Ciências Humanas e suas Tecnologias
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Ciências Humanas e suas Tecnologias Question #019e5c02

Question Statement
Ciências Humanas e suas Tecnologias
#Geografia Econômica e Transportes
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Os maiores consumidores da infraestrutura logística para exportação no Brasil são os produtos a granel, dentre os quais se destacam o minério de ferro, petróleo e seus derivados e a soja, que, por possuírem baixo valor agregado, e por serem movimentados em grandes volumes, necessitam de uma infraestrutura de grande porte e baixos custos. No caso da soja, a infraestrutura deixa muito a desejar, resultando em enormes filas de navios, caminhões e trens, que, por ficarem grande parte do tempo ociosos nas filas, têm seu custo majorado, onerando fortemente o exportador, afetando sua margem de lucro e ameaçando nossa competitividade internacional.

FLEURY, P. F. A infraestrutura e os desafios logísticos das exportações brasileiras. Rio de Janeiro: CEL; Coppead; UFRJ, 2005 (adaptado).

No contexto do início do século XXI, uma ação para solucionar os problemas logísticos da soja apresentados no texto seria a

A

isenção de impostos de transportes.

B

construção de terminais atracadouros.

Correct
C

diversificação dos parceiros comerciais.

D

contratação de trabalhadores portuários.

E

intensificação do policiamento das rodovias.

Official Explanation / Community Explanations

A questão aborda os problemas logísticos enfrentados pela exportação de soja no Brasil, como filas de navios, caminhões e trens, que aumentam os custos e reduzem a competitividade. A ação mais direta para solucionar esses gargalos é a construção de terminais atracadouros, que ampliariam a capacidade de carga e descarga nos portos, reduzindo o tempo de espera e os custos logísticos.

A isenção de impostos de transportes não resolve o problema estrutural de falta de infraestrutura portuária. A diversificação dos parceiros comerciais não impacta diretamente a logística interna de escoamento. A contratação de trabalhadores portuários pode ajudar, mas sem novos terminais, a capacidade de atendimento continua limitada. A intensificação do policiamento das rodovias não resolve o gargalo nos portos, que é o principal ponto de estrangulamento.