Linguagens, Códigos e suas Tecnologias Question #019e5bef
A Mother in a Refugee Camp
No Madonna and Child could touch
Her tenderness for a son
She soon would have to forget...
The air was heavy with odors of diarrhea,
Of unwashed children with washed-out ribs
And dried-up bottoms waddling in labored steps
Behind blown-empty bellies. Other mothers there
Had long ceased to care, but not this one:
She held a ghost-smile between her teeth,
and in her eyes the memory
Of a mother's pride... She had bathed him
And rubbed him down with bare palms.
She took from their bundle of possessions
A broken comb and combed
The rust-colored hair left on his skull
And then — humming in her eyes — began carefully
to part it.
In their former life this was perhaps
A little daily act of no consequence
Before his breakfast and school; now she did it
Like putting flowers on a tiny grave.
O escritor nigeriano Chinua Achebe traz uma reflexão sobre a situação dos refugiados em um cenário pós-guerra civil em seu país. Essa reflexão é construída no poema por meio da representação de uma mãe, explorando a(s)
demonstração de orgulho por não precisar pedir doações.
descrições artísticas detalhadas de uma obra conhecida.
aceitação de um diagnóstico de doença terminal do filho.
consternação ao visitar o túmulo do filho recém-falecido.
impressões sensoriais experimentadas no ambiente.
Official Explanation / Community Explanations
A resposta correta é a que aponta as impressões sensoriais experimentadas no ambiente. O poema de Chinua Achebe utiliza imagens sensoriais fortes, como o odor de diarreia, a visão de crianças com costelas salientes e barrigas vazias, e o tato do ato de pentear o cabelo do filho. Essas descrições apelam aos sentidos do leitor para transmitir a dura realidade do campo de refugiados. A alternativa que menciona a demonstração de orgulho por não precisar pedir doações está incorreta, pois o poema não aborda esse tema. A alternativa sobre descrições artísticas detalhadas de uma obra conhecida também está errada, pois o poema não descreve uma obra de arte, mas sim uma cena real. A aceitação de um diagnóstico de doença terminal do filho não é mencionada; a mãe cuida do filho, mas não há diagnóstico. A consternação ao visitar o túmulo do filho recém-falecido é uma interpretação equivocada, pois o poema descreve a mãe cuidando do filho ainda vivo, embora a metáfora final compare o ato a colocar flores em um túmulo, indicando a iminência da morte.