Pregunta de Linguagens, Códigos e suas Tecnologias #019e5c03
Frankentissue: printable cell technology
In November, researchers from the University of Wollongong in Australia announced a new bio-ink that is a step toward really printing living human tissue on an inkjet printer. It is like printing tissue dot-by-dot. A drop of bio-ink contains 10,000 to 30,000 cells. The focus of much of this research is the eventual production of tailored tissues suitable for surgery, like living Band-Aids, which could be printed on the inkjet.
However, it is still nearly impossible to effectively replicate nature’s ingenious patterns on a home office accessory. Consider that the liver is a series of globules, the kidney a set of pyramids. Those kinds of structures demand 3D printers that can build them up, layer by layer. At the moment, skin and other flat tissues are most promising for the inkjet.
O texto relata perspectivas no campo da tecnologia para cirurgias em geral, e a mais promissora para este momento enfoca o(a)
uso de um produto natural com milhares de células para reparar tecidos humanos.
criação de uma impressora especial para traçar mapas cirúrgicos detalhados.
desenvolvimento de uma tinta para produzir pele e tecidos humanos finos.
reprodução de células em 3D para ajudar nas cirurgias de recuperação dos rins.
extração de glóbulos do fígado para serem reproduzidos em laboratório.
Explicación Oficial / Explicaciones de la Comunidad
A resposta correta é a que menciona o desenvolvimento de uma tinta para produzir pele e tecidos humanos finos. O texto afirma que, no momento, a pele e outros tecidos planos são os mais promissores para a impressão a jato de tinta, indicando que a tecnologia atual está focada na produção de tecidos finos, como a pele, utilizando uma bio-tinta especial.
A alternativa que fala sobre o uso de um produto natural com milhares de células para reparar tecidos humanos está incorreta porque o texto não menciona um produto natural, mas sim uma bio-tinta desenvolvida em laboratório. A opção sobre a criação de uma impressora especial para traçar mapas cirúrgicos detalhados também está errada, pois o texto não aborda mapas cirúrgicos, mas sim a impressão de tecidos. A alternativa que menciona a reprodução de células em 3D para cirurgias de recuperação dos rins é incorreta porque o texto afirma que estruturas como as dos rins exigem impressoras 3D, mas que atualmente a tecnologia mais promissora é para tecidos planos, não para rins. Por fim, a opção sobre extração de glóbulos do fígado para reprodução em laboratório está errada, pois o texto não menciona extração de glóbulos hepáticos, mas sim a impressão de tecidos.