Ciências Humanas e suas Tecnologias
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Pregunta de Ciências Humanas e suas Tecnologias #019e5c0d

Enunciado de la Pregunta
Ciências Humanas e suas Tecnologias
#história do brasil
#sociedade colonial
#práticas fúnebres
#hierarquia social
#igreja católica
Medio

Hoje em dia, nas grandes cidades, enterrar os mortos é uma prática quase íntima, que diz respeito apenas à família. A menos, é claro, que se trate de uma personalidade conhecida. Entretanto, isso nem sempre foi assim. Para um historiador, os sepultamentos são uma fonte de informações importantes para que se compreenda, por exemplo, a vida política das sociedades.

No que se refere às práticas sociais ligadas aos sepultamentos,

A

na Grécia Antiga, as cerimônias fúnebres eram desvalorizadas, porque o mais importante era a democracia experimentada pelos vivos.

B

na Idade Média, a Igreja tinha pouca influência sobre os rituais fúnebres, preocupando-se mais com a salvação da alma.

C

no Brasil colônia, o sepultamento dos mortos nas igrejas era regido pela observância da hierarquia social.

Correcto
D

na época da Reforma, o catolicismo condenou os excessos de gastos que a burguesia fazia para sepultar seus mortos.

E

no período posterior à Revolução Francesa, devido as grandes perturbações sociais, abandona-se a prática do luto.

Explicación Oficial / Explicaciones de la Comunidad

A alternativa correta destaca que, no Brasil colônia, o sepultamento nas igrejas refletia a hierarquia social, pois os enterros eram realizados dentro das igrejas conforme a posição social do falecido, sendo os mais abastados sepultados próximos ao altar e os mais pobres em áreas externas. Essa prática evidencia a forte estratificação social da época.

As demais alternativas estão incorretas: na Grécia Antiga, as cerimônias fúnebres eram valorizadas e fundamentais para a honra dos mortos e da família; na Idade Média, a Igreja exercia grande influência sobre os rituais fúnebres, associando-os à salvação da alma; na época da Reforma, foram os protestantes que criticaram os excessos de gastos com sepultamentos, não o catolicismo; e após a Revolução Francesa, o luto não foi abandonado, mas passou por transformações, mantendo-se como prática social.