Pregunta de Ciências da Natureza e suas Tecnologias #019e5c12
Segundo a legislação brasileira, o limite máximo permitido para as concentrações de mercúrio total é de 500 nanogramas por grama de peso úmido. Ainda levando em conta os dados da tabela e o tipo de circulação do mercúrio ao longo da cadeia alimentar, pode-se considerar que a ingestão, pelo ser humano, de corvinas capturadas nessas regiões,
pode-se considerar que a ingestão, pelo ser humano, de corvinas capturadas nessas regiões,
não compromete a sua saúde, uma vez que a concentração de mercúrio é sempre menor que o limite máximo permitido pela legislação brasileira.
não compromete a sua saúde, uma vez que a concentração de poluentes diminui a cada novo consumidor que se acrescenta à cadeia alimentar.
não compromete a sua saúde, pois a concentração de poluentes aumenta a cada novo consumidor que se acrescenta à cadeia alimentar.
deve ser evitada, apenas quando entre as corvinas e eles se interponham outros consumidores, como, por exemplo, peixes de maior porte.
deve ser evitada sempre, pois a concentração de mercúrio das corvinas ingeridas se soma à já armazenada no organismo humano.
Explicación Oficial / Explicaciones de la Comunidad
A resposta correta é a que afirma que a ingestão de corvinas deve ser evitada sempre, pois o mercúrio ingerido se acumula no organismo humano. Isso se deve ao fenômeno da bioacumulação e biomagnificação: o mercúrio presente no ambiente é absorvido por organismos aquáticos e, ao longo da cadeia alimentar, sua concentração aumenta em cada nível trófico. As corvinas, como predadoras, podem conter níveis elevados de mercúrio, e o consumo contínuo leva ao acúmulo no corpo humano, podendo ultrapassar o limite seguro.
A alternativa que afirma que a concentração de mercúrio é sempre menor que o limite está incorreta, pois a tabela (não fornecida) provavelmente mostra que algumas corvinas podem exceder o limite. A alternativa que diz que a concentração de poluentes diminui ao longo da cadeia está errada, pois ocorre o oposto (biomagnificação). A alternativa que afirma que a concentração aumenta está correta quanto ao fenômeno, mas conclui erroneamente que não compromete a saúde; na verdade, o aumento da concentração torna o consumo prejudicial. A alternativa que sugere evitar apenas quando há outros consumidores intermediários está incorreta, pois o risco existe independentemente da presença de outros consumidores; o acúmulo ocorre em cada nível trófico.