Pregunta de Linguagens, Códigos e suas Tecnologias #019e5bef
Em 2000 tivemos a primeira experiência do futebol feminino em um jogo de videogame, o Mia Hamm Soccer. Doze anos depois, uma petição on-line pedia que a EA Sports incluísse o futebol feminino no Fifa 13. Contudo, só em 2015, com uma nova petição on-line, que arrecadou milhares de assinaturas, tivemos o futebol feminino incluído no Fifa 16. Vendo um nicho de mercado inexplorado, a EA Sports produziu o jogo com 12 seleções femininas e o apresentou como inovação. A empresa sabe que mais de 40% dos praticantes de futebol nos EUA são meninas. Para elas, ver o futebol feminino representado em um jogo de videogame é extremamente importante. Ter o futebol feminino no Fifa 16 é um grande passo para a sua popularização na luta pela igualdade de gênero, num contexto machista, sexista, misógino e homofóbico.
Os jogos eletrônicos presentes na cultura juvenil podem desempenhar uma relevante função na abordagem do futebol ao
disseminarem uma modalidade, promovendo a igualdade de gênero.
superarem jogos malsucedidos no mercado, lançados anteriormente.
inovarem a modalidade com novas ofertas de jogos ao mercado.
explorarem nichos de mercado antes ignorados, produzindo mais lucro.
reforçarem estereótipos de gênero masculino ou feminino nos esportes.
Explicación Oficial / Explicaciones de la Comunidad
A questão aborda a inclusão do futebol feminino no videogame Fifa 16 como um passo para a igualdade de gênero. A alternativa correta destaca que os jogos eletrônicos podem disseminar uma modalidade esportiva, promovendo a igualdade de gênero, pois ao incluir seleções femininas, o jogo contribui para a visibilidade e popularização do futebol feminino, combatendo o contexto machista e sexista mencionado no texto. As demais alternativas estão incorretas: a que menciona superar jogos malsucedidos não se sustenta, pois o texto não compara com fracassos anteriores; a que fala em inovar a modalidade com novas ofertas é muito genérica e não capta o foco na igualdade de gênero; a que destaca explorar nichos de mercado para lucro é uma motivação empresarial, mas não a função relevante abordada na questão; e a que afirma reforçar estereótipos de gênero contradiz diretamente o texto, que defende a luta contra esses estereótipos.