Pregunta de Serviços Gerais #01a00030
Pavanas Dizem que na iminência de uma catástrofe (terremoto, furacão, erupção de vulcão) os bichos silenciam, pressentindo o que vem. Como interpretar não o silêncio, mas o desaparecimento gradual de insetos voadores observado em todo o mundo? Prenúncio de que tragédia se aproxima? Os cientistas que notaram o fenômeno não sabem explicá-lo. Se tivessem prestado atenção no estranho comportamento das abelhas, ultimamente, não se surpreenderiam com o atual sumiço dos insetos. Não sei se você já leu. Começou nos Estados Unidos, onde as abelhas estavam saindo das suas colmeias e não voltando. Nos Estados Unidos poderia haver uma explicação lógica para o fato: as abelhas estariam simplesmente reagindo à eleição do Trump e emigrando. Mas o fenômeno se repete no resto do mundo. Ninguém sabe para onde vão as abelhas que não voltam. Não morrem, o que poderia ser atribuído aos agrotóxicos. Desaparecem. Se veículos espaciais estão vindo buscá-las (talvez os mesmos que as trouxeram), ainda não se viu nenhum. As abelhas têm um apurado senso de orientação e poder de comunicação. Transmitem ao resto da colmeia as exatas coordenadas de um campo florido descoberto, através de uma dança. Apicultores tinham notado uma mudança nos movimentos das danças ultimamente, e não dado a devida importância à novidade. Talvez as abelhas já estivessem dançando pavanas para um mundo em agonia há algum tempo. A verdade é que os insetos parecem saber algo que nós não sabemos.