Questão de Linguagens, Códigos e suas Tecnologias #019e5c08
War
Until the philosophy which holds one race superior
And another inferior
Is finally and permanently discredited and abandoned,
Everywhere is war ― Me say war.
And until that day, the African continent will not know peace.
That until there is no longer
First class and second class citizens of any nation,
Until the color of a man’s skin […]
Is of no more significance than the color of his eyes ―
Me say war.
[…]
And until the ignoble and unhappy regimes
that hold our brothers in Angola, in Mozambique,
South Africa, sub-human bondage have been toppled,
Utterly destroyed ―
Well, everywhere is war ― Me say war.
War in the east, war in the west,
War up north, war down south ―
War ― war ― Rumors of war.
We, Africans, will fight ― we find it necessary ―
And we know we shall win
As we are confident in the victory.
Bob Marley foi um artista popular e atraiu muitos fãs com suas canções. Ciente de sua influência social, na música War, o cantor se utiliza de sua arte para alertar sobre
a inércia do continente africano diante das injustiças sociais.
a persistência da guerra enquanto houver diferenças raciais e sociais.
as acentuadas diferenças culturais entre os países africanos.
as discrepâncias sociais entre moçambicanos e angolanos como causa de conflitos.
a fragilidade das diferenças raciais e sociais como justificativas para o início de uma guerra.
Explicação Oficial / Explicações da Comunidade
A resposta correta é a que afirma que a guerra persistirá enquanto houver diferenças raciais e sociais. A letra da música de Bob Marley enfatiza repetidamente que enquanto existir a filosofia de superioridade racial, enquanto houver cidadãos de primeira e segunda classe, e enquanto a cor da pele for mais significativa que a cor dos olhos, haverá guerra. O refrão "Everywhere is war" e a conclusão de que os africanos lutarão até a vitória reforçam a ideia de que a guerra é consequência direta das desigualdades raciais e sociais.
A alternativa que menciona a inércia do continente africano está incorreta porque a música não sugere passividade; ao contrário, os africanos são retratados como dispostos a lutar. A alternativa sobre diferenças culturais não é abordada; o foco é em diferenças raciais e sociais. A alternativa que cita discrepâncias entre moçambicanos e angolanos é muito específica e não reflete o tema central da música, que é global e abrange toda a África e além. Por fim, a alternativa que fala em fragilidade das diferenças como justificativa para guerra está equivocada, pois a música critica a existência dessas diferenças, não sua fragilidade.