Questão de Ciências Humanas e suas Tecnologias #019e5bef
As estatísticas mais recentes do Brasil rural revelam um paradoxo que interessa a toda sociedade: o emprego de natureza agrícola definha em praticamente todo o país, mas a população residente no campo voltou a crescer; ou pelo menos parou de cair. Esses sinais trocados sugerem que a dinâmica agrícola, embora fundamental, já não determina sozinha os rumos da demografia no campo. Esse novo cenário é explicado em parte pelo incremento do emprego não agrícola no campo. Ao mesmo tempo, aumentou a massa de desempregados, inativos e aposentados que mantêm residência rural.
Sobre o espaço brasileiro, o texto apresenta argumentos que refletem a
heterogeneidade do modo de vida agrário.
redução do fluxo populacional nas cidades.
correlação entre força de trabalho e migração sazonal.
indissociabilidade entre local de moradia e acesso à renda.
desregulamentação das propriedades nas zonas de fronteira.
Explicação Oficial / Explicações da Comunidade
O texto descreve um paradoxo no Brasil rural: o emprego agrícola diminui, mas a população rural cresce ou estabiliza. Isso ocorre devido ao aumento do emprego não agrícola e à presença de desempregados, inativos e aposentados no campo. Essa situação revela que o espaço rural não é mais exclusivamente agrícola, apresentando uma diversidade de atividades e modos de vida. Portanto, a alternativa que aponta a heterogeneidade do modo de vida agrário está correta, pois o campo abriga diferentes formas de ocupação e renda, não se limitando à agricultura.
A alternativa que menciona redução do fluxo populacional nas cidades está incorreta, pois o texto não aborda o fluxo para as cidades, mas sim a permanência ou aumento da população rural.
A alternativa que fala em correlação entre força de trabalho e migração sazonal está incorreta, pois o texto não discute migração sazonal, mas sim a diversificação das atividades no campo.
A alternativa que afirma indissociabilidade entre local de moradia e acesso à renda está incorreta, pois o texto mostra que é possível morar no campo e ter renda de fontes não agrícolas, ou mesmo estar desempregado ou aposentado.
A alternativa sobre desregulamentação das propriedades nas zonas de fronteira está incorreta, pois o texto não menciona propriedades de fronteira ou desregulamentação.